

310,36 m² Arquitetura residencial
Um projeto que nasce
em todas as escalas.
No centro deste projeto está uma casa de dois pavimentos, implantada em um lote de 15 × 22 m e desenhada para acolher a vida com integração, luz natural e contato com o jardim. Seus 310,36 m² reúnem uma área social aberta no térreo, espaços íntimos protegidos no pavimento superior, varanda, piscina e percursos que aproximam arquitetura e natureza. Ao redor dela nasceu o Serenity Garden: um condomínio com 40 casas onde a identidade da moradia se amplia e se transforma em comunidade.
01 · A visão
Primeiro, imaginamos
um lugar para pertencer.
O projeto começou antes das paredes de uma casa. Começou com a vontade de criar uma comunidade inteira: um condomínio com 40 moradias, unido por uma arquitetura serena, pelo paisagismo tropical e pela sensação de que cada família faria parte de algo maior.
O desafio era encontrar unidade sem apagar a individualidade. Assim, o conjunto nasceu com uma linguagem comum, capaz de criar ordem, identidade e acolhimento — uma vizinhança reconhecível, mas nunca impessoal.



02 · O condomínio
Uma identidade que começa na chegada.
A implantação organiza ruas, áreas comuns e casas para construir uma experiência contínua. A portaria marca a chegada com madeira, pedra e desenho leve; dali em diante, o ritmo das fachadas, a vegetação e os percursos dão unidade ao condomínio.
As áreas de convivência, o espaço infantil, a pista e os caminhos arborizados transformam o condomínio em uma extensão da vida de cada família. Mais do que distribuir lotes, o projeto desenha relações: entre casa e rua, privacidade e encontro, arquitetura e paisagem.






03 · A casa-modelo
Da escala da comunidade
à intimidade do lar.
Em um lote de 15 × 22 m, a Casa Serenity distribui 310,36 m² em dois pavimentos. No térreo, os espaços de estar, jantar e cozinha se integram e se abrem para a varanda, o jardim e a piscina. O pavimento superior preserva a intimidade dos dormitórios, sem perder a presença da luz e da ventilação natural.
A fachada combina a solidez da pedra clara, planos de aparência natural e elementos verticais amadeirados que filtram o sol e protegem os interiores. A repetição desses volumes cria unidade para o conjunto, enquanto jardins, varandas e diferentes enquadramentos devolvem humanidade a cada casa.
Ela precisava representar todas as moradias sem parecer genérica: uma casa possível de se repetir na implantação, mas única na forma como acolhe cada história.





04 · Os interiores
Por dentro, a arquitetura
se transforma em vida.
Nos interiores, a serenidade aparece na luz, na textura da pedra, no calor da madeira e na presença constante do verde. Os ambientes são integrados, mas guardam diferentes maneiras de estar: reunir, conversar, cozinhar, descansar e simplesmente permanecer.
O pátio leva a natureza ao centro da rotina. A cozinha se abre para o jardim. A sala recebe luz e respiro. Assim, o projeto deixa de ser apenas um conjunto de casas e se torna aquilo que sempre buscou ser: cenário para histórias que ainda vão começar.







Um condomínio pensado como comunidade.
Uma casa-modelo pensada como lar.